segunda-feira, julho 24, 2006

One way out from the...

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(Fernando Moraes,
Trilho no deserto )
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... the desert. Is it not what we all want?
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8 Comentários:


Blogger Maria P. disse...

ou no caminho certo...

boa noite, beijinhos

24/07/06, 23:52  

Anonymous papoila disse...

Mas todas as vezes que venho espreitar tem o post modificado?
Ou sou eu que ando a ver mal?

25/07/06, 00:17  

Blogger Cláudio disse...

Maria P: de preferência no caminho certo, sim. Mas à partida nunca o sabemos, não é? O seguir um determinado trilho, ter um objectivo de vida, já não é mau de todo, mesmo se não estivermos seguros para onde nos dirigimos. Mau de todo é permanecer no deserto. Beijinho e boa noite.

Papoila: tenho sentido a falta dos seus comentários perfumados... mas pelo menos já sei que não tem andado desaparecida, visto que até notou certas modificações. Esta foto estava no post anterior a este. Houve uma troca de fotos. Beijinho.

25/07/06, 00:32  

Blogger Fábio disse...

Salvo-te da ménage, para te dizer que o deserto nunca é total quando o terreno é fértil...

Boa noite.

25/07/06, 01:19  

Blogger Cláudio disse...

Mesmo sendo fértil, se os elementos não forem favoráveis, como não chover ou não raiar o sol; se o terreno permanecer ao abandono e não haver quem queira cuidar dele... a desertificação pode acabar por vencer.

Nestes últimos tempos nem tenho sentido muito isto, mas há dias em que...

Lá tinha que vir o desabafo das 4 da matina. Completamente escusado, mas agora também tenho preguiça para escrever outro comentário de raíz.

Goodi nite e saio com um :) para equilibrar o teor deste comentário.

25/07/06, 04:11  

Blogger Fábio disse...

Falo-te por mim: não enterneças ou disfarçes teores de comentários. Tens razão no que quase dizes até ao fim. A solidão é terrivel. Devastadora. Mas não esterilizante, e menos ainda irreversivel!
E aqui este canto cibernético (náutico), que sentimos tão nosso, por veves tem o condão de nos abstrair do resto. Sofro muitas vezes de angústia pós navegação, que não se trata de forma nenhuma com antieméticos!

Muitos Abraços

25/07/06, 17:10  

Blogger Cláudio disse...

Tens toda a razão. Se a solidão fosse esterilizante talvez mais de metade dos livros, das músicas, dos blogues, etc., a que tanta gente dedicou horas de trabalho solitário, não existiriam. Ela também não é irreversível e aí estão os cantinhos cibernéticos a dar uma ajuda. Mas lá fora também é mundo, mais vasto até. Tenho sentido o seu apelo, mas por enquanto o meu cantinho parece-me mais confortável. As saídas têm sido esporádicas. Mas cabe a cada um de nós persistir na busca de um cantinho nosso, lá fora, não é verdade?

Abraços e obrigado pelas tuas palavras terapêuticas!

25/07/06, 18:48  

Blogger Fábio disse...

Interessa ir tendo capacidade para saber escolher o mais confortável. Ao contrário do que é comum dizer-se eu acho que essa opção deve ser feita com todo o comodismo do mundo. Analisando a questão pelo outro lado: sem qualquer necessidade de acelerar eventuais incómodos!

Abraços

25/07/06, 19:21  

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