sábado, novembro 25, 2006

Pisadas... Todas valerão a pena.

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Caminhar em frente com esta convicção: a de que as pisadas que damos podem revelar-se rasteiras que, se algumas vezes nos farão sérias mossas, não será no entanto com o intuito gratuito de nos derrubar. A aprendizagem de um caminho não se faz sem dor e o trilho nunca se deixa ver além das ervas altas. Somos insectos e é este o solo que pisamos. Então, desviemo-nos das pedras e daquelas antenas mais duvidosas que vêm direitas a nós e que em estranhos sinais nos incitam a arrepiar caminho. Desviemo-nos de dúvidas infundadas em cujo idioma somos por demasiadas vezes fluentes.
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2 Comentários:


Blogger  disse...

A tendência para seguir atalhos em fuga parece-me cada vez mais algo inerente ao ser Humano. Cada vez me parece mais óbvio de que devemos sempre duvidar do nosso cérebro. Questionar. Ser desconfiado.
Parece-me que encontramos com maior verdade o caminho quando começamos por lhe dizer «hum... deves ter alguma na manga»
Um abraço

26/11/06, 00:07  

Blogger angi disse...

olha eu e os caminhos, e eu e os atalhos... ;)
acho que andar às cegas não é bom, mas andar é definitivamente. Depois de pensar que na manga haveria alguma acho que o passo seguinte deveria ser : deixa lá ver o que é. pode ser um bracito pronto para um abraço. pode ser outra coisa qualquer. importante é andar. percorrer. como for. do mesmo sítio o que muda é muito pouco e muito lento para não nos arriscarmos.
digo eu. depois dos loops todos :)
beijinhos aos dois amiguinhos de 14 anos que eu tive a sorte de conhecer... (já lá vão 12, certo?) :)

26/11/06, 00:48  

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