The slowly lost of innocence
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Stephanie Rodriguez, The Innocent
Não há uma inocência, há inocências. Umas mantêm-se e por vezes mascaram-se de ingenuidade. Outras vão-se perdendo no confronto com o mundo ou são-nos tiradas com violência, deixando-nos sem pé durante uns tempos e com marcas mais ou menos profundas. Mas com o tempo tudo passa, até uma certa ideia de inocência. E se não passa, pelo menos transforma-se ou evolui noutra coisa qualquer. Com a idade, definitivamente, não se geram inocentes. O que não invalida que o olhar de vez em quando ainda se demore por lá...
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