quarta-feira, agosto 29, 2007

Concepções de infinito

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Giorgio de Chirico, The Nostalgia of the Infinite (
1913-1914; datado 1911)
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Apesar das milhas que os separam (em termos de forma, formato e conteúdo), quando penso em Jorge Luís Borges o meu centro visual povoa-se de Chirico. Talvez derive com eles num jogo de conceitos abstractos, nostálgico porque inatingíveis. E no meu caso, para meu mal suplementar: inconsequentes.
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Blogger Tchivinguiro: onde nasci. disse...

"o mundo fica irreal, mas não me importo", MARIA JOSÉ QUINTELA

30/08/07, 23:52  

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